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EDUCAÇÃO

Prefeitura detalha ações na área da Educação ao SindProf-NH

Encontro foi realizado no Centro Administrativo Leopoldo Petry

Na manhã desta quarta-feira (02/04), ocorreu uma reunião entre representantes do Executivo e integrantes do Sindicato dos Professores de Novo Hamburgo (SindProf-NH). A comitiva foi recebida pelo prefeito Gustavo Finck, acompanhado das secretárias municipais de Educação, Simone Schneider; da Fazenda, Michele Antonello; e de Gestão, Governança e Desburocratização, Andrea Schneider Pascoal.

Durante o encontro, o Executivo apresentou um panorama da situação financeira do município, esclarecendo que está rigorosamente em dia com os compromissos junto ao Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores Municipais de Novo Hamburgo (Ipasem-NH) desde janeiro.

Além disso, foram expostas as novas práticas da Secretaria Municipal de Educação (SMED) no trabalho desenvolvido com as equipes diretivas, professores, alunos e a comunidade escolar, bem como os projetos prioritários a serem executados.

“Sempre manteremos a disposição ao diálogo para construir as melhores soluções para Novo Hamburgo e a Educação, que é uma das nossas prioridades, está dentro deste contexto”, afirma Finck.

No que se refere à infraestrutura das escolas municipais, foram detalhados os planos para as intervenções previstas ao longo do ano, com o objetivo de melhorar os ambientes de ensino.

Por fim, a Prefeitura comprometeu-se com o SindProf-NH a apresentar, ao longo do mês de abril, uma posição sobre a reposição salarial, na próxima reunião geral do Executivo com os demais sindicatos que representam o funcionalismo municipal.

Críticas do Sindprof-NH à gestão da Educação

Nesta segunda-feira (31/03), o Sindprof-NH havia divulgado carta aberta manifestando preocupação com a atual gestão da Educação de Novo Hamburgo.

Conforme o texto, há diversos problemas na rede municipal de de ensino, como falta de professores, superlotação das salas de aula, falta de profissionais de apoio à inclusão, falta de infraestrutura adequada, como ar condicionado nas escolas, o que causa desconforto térmico, entre outros. Além disso, a carta criticava a falta de diálogo por parte da Secretaria de Educação, além do não cumprimento à leis sobre reposição salarial e jornada de trabalho dos professores.

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